SEU LIVRO DE VIDA
Quase tudo o que você quer saber
sobre Astrologia da Alma e do Auto-Conhecimento
Em 22 Capítulos/Volumes
© 2008 Janine Milward
Capítulo 5
Elementos
Qualidades
Gêneros
Algumas
Palavras sobre Elementos, Qualidades e Gêneros
levando em
consideração o Entrelaçamento
entre os
Signos e seus Regentes com as Casas Astrológicas
dentro do
Baile dos Arquétipos constante do Risco do Bordado
janine milward
Quando
estivermos diante de um Risco do Bordado - ou de algum outro mapa coadjuvante
(que serão estudados mais à frente) -, vamos ter que aprender a fusionar a
forma como Signos e Casas Astrológicas se entrelaçam, formando juntamente com
os Luminares e Planetas e Planetóides, Asteróides e Pontos um verdadeiro Baile
de Arquétipos extremamente revelador de suas verdades sobre o Caminhante em sua
forma essencial de ser, seu Dharma, bem como no próprio desenho em si da
Mandala Astrológica inteiramente pronta, revelando Karmas e Samskaras, ações e
reações em potencial, a serem resgatados por este Caminhante.
É portanto,
absolutamente imperativo que decoremos as regras acerca Signos e seus Regentes
e Casas Correlatas e Naturais dos mesmos em termos de seus Elementos,
Qualidades e Gêneros, de forma que possamos bem fusionar uma verdadeira
multiplicidade de possibilidades de entrelaçamento dessas questões.
Como um
exemplo:
Suponhamos que estamos
diante de um Ascendente dentro do signo de Escorpião - que sabemos ser do
Elemento Água, da Qualidade Fixo e do Gênero Yin. No entanto, também já somos sabedores que o
Ascendente e que a Casa Um são naturais e correlatos ao signo de Áries com seu
Regente Marte, e que todos esses arquétipos vivenciam o Elemento Fogo, a
Qualidade Cardinal e o Gênero Yang!
Sendo assim,
temos que fusionar as questões relativas ao signo do Escorpião - que pertence
naturalmente e correlatamente à Casa Oito e que tem por Regente o agora
denominado Planetóides Plutão -, em seus arquétipos de Água, Fixo e Yin com as
questões relativas ao signo de Áries em seus arquétipos de Fogo, Cardinal e
Yang.
Dessa forma,
este Caminhante com Ascendente em Escorpião já estará nos trazendo, através seu
Risco do Bordado, todo um entrelaçamento de energias de Água-Fogo, de
Fixo-Cardinal e de Yin-Yang juntamente com Casas Um e Oito e com Marte e Plutão
e com Escorpião e Áries!
Trocando em
miúdos: a forma deste Caminhante exercer seu Eu Sou - que sempre é bastante
natural e essencial em sua forma de ser e que é expresso de maneira impulsiva,
sem qualquer tipo de racionalização prévia... -, será de fusionar as energias
do Poder escorpiônico com o capitaneísmo ariano; fazendo isso de forma bem
aprofundada e quase sempre sem revelar sobre seus segredos tão bem
guardados... porém, volta e meia,
trazidos à tona pela energia primaveril intensa de Áries; de fusionar as energias
de sensibilidade psíquica profunda com a intuição que faz o ato acontecer antes
mesmo de ser analisado, ou sequer pensado...; de fusionar as energias de
fixação das questões já a partir do momento em que estas apontam em seus novos
começos, novos ciclos; de fusionar as questões femininas-masculinas de maneira
a bem operarem em conjunto através sua forma pessoal de ser e de agir; de
fusionar a ação mais aprofundada e velada ao mundo com a ação direta e
incisiva... etc., etc., etc.
De uma forma
geral, se não acontecerem signos interceptados dentro do Risco do Bordado deste
Caminhante, veremos que o signo de Áries estará dando entrada à Casa Seis, o
lugar do Trabalho, e que a Casa Oito, lugar natural e correlato ao signo de
Escorpião, estará tendo sua entrada e marcando sua energia de forma mais
intensa, dentro do signo de Gêmeos.
Se assim
acontecer, veremos que Áries e Casa Seis precisam encontrar um bom fusionamento
entre suas energias de Fogo e de Terra, entre suas energias de signo Yang em
Casa Yin, entre suas energias de signo Cardinal em Casa Mutável - tudo isso
fazendo com que o Caminhante tenha que aprender a saber encontrar a fixação de
suas questões sempre a partir dos novos começos que se instalam em sua vida (em
função do Escorpião Fixo no Ascendente Cardinal), e que estes novos começos
aconteçam fundamentalmente dentro de sua área de trabalho e de vivência do seu
cotidiano de vida e de boa manutenção de sua saúde, como um todo, e que essas
questões possam logo encontrar sua boa praticidade e sua boa estruturação (em
função do fato de que Áries é signo de novos começos e que a Casa Seis vem no
Elemento Terra). É também preciso que
haja um bom encontro entre a energia masculina intensa do signo de Áries, que é
bastante direto e incisivo, com a energia de receptividade natural da Casa
Seis, que vem dentro do Gênero Yin, em sua correlação natural com o signo de
Virgem.
Quanto à Casa
Oito tendo seu começo sendo dado pelo signo de Gêmeos, ali estaremos tendo que
fusionar o Elemento natural e correlato Água com o Elemento de Ar geminiano,
bem como as questões de Qualidade Fixo com Qualidade Mutável e dos Gêneros Yin
e Yang, da Casa Oito e do signo de Gêmeos, respectivamente. Gêmeos é um signo que gosta de abraçar o
mundo, quer saber de tudo e não exatamente está por demais interessado em
quaisquer aprofundamentos de toda essa múltipla forma de operar. No entanto, em Casa Oito o signo de Gêmeos
tem que aprender sobre aprofundamento das circunstâncias e também bem saber
fazer a triagem das questões que são mais importantes daquelas de menor
importância... e a se calar. E a bem
fusionar a racionalidade geminiana com a sensibilidade psíquica profunda de
raio-x escorpiônica. E a trazer um
porquê de tudo aquilo que aprender a fazer a triagem e a se calar e a
aprofundar: tudo isso faz parte da riqueza coletiva porém não revelada da Casa
Oito e que será revelada apenas quando adentrarmos a Casa Nove, já dentro do
signo de Câncer, que tenderá a fazer estas revelações dentro de suas qualidades
mais psíquicas de sensibilidade e de emotividade e de imaginação.
E é certo que
teremos que buscar os posicionamentos de Plutão, bom regente do Ascendente
escorpiônico; de Marte, bom regente de Áries em Casa Seis; de Mercúrio, bom
regente de Gêmeos em Casa Oito. Plutão
será considerado o Regente do Ascendente, ou melhor, o Regente do Mapa e estará
apresentando-se dentro do signo e da Casa onde mora dentro do Baile dos
Arquétipos e ao mesmo tempo, buscando por um bom fusionamento com Marte dentro
do signo e da Casa onde mora e com Mercúrio, da mesma forma.
Sabemos que
Plutão possui uma energia de Água, de Fixo e Yin. Sabemos que Marte possui uma energia de Fogo,
de Cardinal e Yang. Sabemos que Mercúrio
possui uma energia de Ar, de Mutável e Yang (quando bom regente de Gêmeos) bem
como possui uma energia de Terra, de Mutável e Yin (quando bom regente de
Virgem).
Suponhamos que
este Plutão more no signo de Virgem e em Casa Onze no Risco do Bordado do
Caminhante. E que Marte também more no
signo de Virgem e em Casa Onze, fazendo Conjunção com Plutão. E que Mercúrio more em Libra e em Casa
Doze.
Então, teremos
Plutão - Água, Fixo, Yin -, tendo que se fusionar com o signo de Virgem -
Terra, Mutável, Yin - e ambos com a Casa Onze - Ar, Fixo, Yang!
Eu diria que
Plutão funcione muito bem em Virgem, pois são ambos de Gênero Yin e Plutão
aprecia a questão virginiana de prática de triagem e de correção e de
detalhismos - porque faz com que tudo isso possa alcançar a profundidade bem
merecida. A Água é um Elemento que bem
se coaduna com a Terra e por isso, Plutão em Virgem fica feliz, fusionando sua
sensibilidade psíquica profunda com as questões bem produzidas e arrematadas e
concretizadas. Virgem é signo que indica
a completude do Ser no sentido de sua ação Pessoal e de Identidade Pessoal
sendo aprontada para se aglutinar ao seu Outro, a partir de Libra e da Casa
Sete. Como Plutão é relativo à Casa Oito
e ao signo de Escorpião, seu ação será a de bem fixar todas essas questões
concluídas e mudadas, transmudadas de energias do Ser Pessoal para o Ser Social
e esta fixação acontece a partir dos bens compartilhados, das riquezas
compartilhadas, dos conhecimentos compartilhados e dos gêneros compartilhados
Yin e Yang que fazem acontecer uma nova vida!
Em termos de Casa Onze, veremos que a atuação do Caminhante se volta
para sua atividade comunitária, grupal e social e planetária e ao mesmo tempo,
acolhe e trabalha com aquilo que se apresenta enquanto trabalho de criação e de
empreendimento do seu Outro - porque também a Casa Onze pode ser traduzida como
a Casa Cinco do seu Outro.
Teremos Marte -
Fogo, Cardinal, Yang -, tendo que se fusionar com o signo de Virgem - Terra,
Mutável, Yin -, e ambos com a Casa Onze - Ar, Fixo, Yang.
A verdade é que
Marte é sempre direto e incisivo em suas ações - mesmo que esteja em signo que
não exatamente condiz com essas qualidades de sua forma de ser. E certamente sabemos que Virgem é signo
prático e voltado para os detalhismos de todas as circunstâncias da vida e
extremamente voltada para a execução bem realizada em todos os sentidos das
missões de encarnação dos Caminhantes no Planeta Terra. Portanto, podemos pensar que Marte pode se
sentir um tanto antolhado, amarrado, contido, emoldurado, digamos assim, pelo
signo de Virgem. Mas tudo dependerá da
forma através a qual o Caminhante se realiza dentro de seu Dharma, sua essência
essencial, sua maneira essencial de ser e de atuar esta sua encarnação de
aqui-e-agora. A verdade é que Virgem
ensina Marte a ser mais cuidadoso e menos impetuoso, a ser mais prático e bem
realizar e concretizar suas impulsividades de ação e suas intuições. Virgem ensina Marte a ser mais disciplinado e
por isso mesmo, a poder disciplinar seu Outro quando se realizar enquanto
capitão grupal e social e planetário!
Portanto, para um Marte virginiano de Casa Onze, é preciso que saiba
fusionar sua ação sempre primaveril e
impulsiva com seu trabalho grupal e social, com seu capitaneamento de vida e de trabalho para seu Outro.
Em função das
questões acima comentadas sobre Plutão, eu diria que a atuação de Marte se faz
dentro da energia propulsiva e capitaneadora intensa que este Caminhante possui
no sentido de se bem introduzir em sua ação de trabalho grupal e comunitário e
social e planetário! E sempre certamente
este Caminhante deverá estar pronto a trazer novos começos e novos ciclos ao
seu trabalho e ao seu cotidiano de vida, sem perder o rumo de seu capitaneísmo
social e grupal estruturado sobre seu trabalho que possui profundidade ímpar,
em função da participação de Plutão e pelo fato de que este Planetóides é o bom
Regente do Mapa, por ser o Regente do Ascendente.
Marte junto a
Plutão traz uma força metamorfoseadora e regeneradora intensa ao Caminhante e o
ajuda em suas transformações de vida grupal e social, como um todo.
Teremos
Mercúrio - Ar, Mutável, Yin (como bom regente de Gêmeos que dá entrada à Casa
Oito) -, tendo que se fusionar com o signo de Libra - Ar, Cardinal, Yang -, e
ambos com a Casa Doze - Água, Mutável, Yin.
Mais acima, já
comentamos um tanto acerca o fusionamento entre Casa Oito e Gêmeos, mas não nos
custa relembrar alguns de nossos conceitos a respeito deste tema, não é
verdade? Eu diria que tanto a Casa Oito
quando o signo de Gêmeos têm muito a aprender com este fusionamento, pois que
Gêmeos precisa aprender a se aprofundar em suas questões de apreensão dos
conhecimentos a partir do uso de sua mente pessoal e fazer isso juntamente com
seu Outro, extremamente aglutinado ao seu Outro... e que a Casa Oito precisa
aprender a ‘pegar mais leve’, digamos assim, a não estar sempre tão voltado
para o aprofundamento intenso e emudecido de todas as circunstâncias dos
compartilhamentos entre os seres! E esse
aprendizado pode acontecer através o signo de Gêmeos que é mais livre, leve e
solto, movido por sua mente pessoal e pela sua curiosidade infinda, pela sua
versatilidade de ir a todos os lugares e cobrir todas as circunstâncias da vida
- assim como Mercúrio sempre trafegou entre terra, céu, mar e os mundos
ínferos!
Por outro lado,
podemos perceber que a fusão de Gêmeos com a Casa Oito poderá lhe trazer uma
pluralidade de novos conhecimentos, os do seu Outro, que serão somados aos seus
pessoais - as mentes pessoais e sociais estarão sendo fusionadas! E certamente, encontraremos Marte e Plutão
virginianos tendo o bom trabalho de realizar a triagem de todas essas
circunstâncias e de apresenta-las ao mundo de forma que o mundo bem possa advir
das mesmas dentro de seu trabalho e de seu cotidiano de vida.
De acordo com o
exemplo dado mais acima, Mercúrio, o bom regente desse signo de Gêmeos mais
acima comentado, estaria posicionado no signo de Libra e em Casa Doze.
Bem, sem dúvida
alguma, estamos diante de algumas concordâncias e de algumas dicotomias:
Mercúrio e
Libra são uníssonos dentro do Elemento Ar e do Gênero Yang - portanto, de
alguma maneira, falam línguas muito parecidos, o primeiro dentro do uso da
mente pessoal e o segundo, dentro do uso da mente já socializada no Encontro do
Eu Sou com o Nós Somos, não é verdade?
Em Mercúrio, como bom regente do signo de Gêmeos, encontraremos a Qualidade
Mutável, a conclusão da primeira estação do ano, da Primavera, e o aprontamento
e mutabilidade para adentramento da segunda estação do ano, do Verão. E Libra já pertence à terceira estação do
ano, do Outono e vem dentro da Qualidade Cardinal. De qualquer forma, eu diria que sempre
Mercúrio é tão versátil que cai bem tanto em signos de Qualidade Cardinal, ou
Fixo ou Mutável... mesmo que dentro da Qualidade Fixo, Mercúrio se sinta um
tanto amarrado, antolhado, pois prefere sua versatilidade de quem corre como
pedra que não cria limo...
A dicotomia que
teremos que comentar versa sobre Mercúrio e Libra - que fusionam entre si
Mutabilidade com Cardinalidade e são bem uníssonos no Elemento Ar e no Gênero
Yang -, e a Casa Doze que em si mesma
traz as energias do Elemento Água, da Qualidade Mutável e do Gênero Yin.
Em Casa Doze, a
Qualidade Mutável realiza a conclusão de todos os signos e Casas anteriores -
por fazer parte da quarta e última estação do ano, o Inverno. Portanto, a Mutabilidade se refere a uma real
conclusão de um ciclo inteiro para seu aprontamento, para sua gestação dos
novos começos a serem realizados a partir do novo ciclo que vier a ser
instaurado. Dessa forma, poderemos
constatar que a Mutabilidade de Mercúrio é bem diferente da Mutabilidade da
Casa Doze. Sendo assim, Mercúrio, em sua
Mutabilidade intrínseca como bom regente do signo de Gêmeos, tem que aprender a
trazer reais conclusões bem conclusivas, de forma que estas conduzam a um real novo
começo: entre as Casas Doze e Um existe o lugar onde a cobra morde a cauda,
onde mora o Ourobouros, a figura da eterna mutação, do eterno retorno.
É também
importante que se diga que em Mercúrio encontraremos a racionalidade do Elemento Ar - e como bom
regente de Gêmeos, a racionalidade dentro do uso da mente pessoal. Em Casa Doze, o Elemento é Água, a grande
sensibilidade psíquica que já perdeu qualquer sentido de identidade individual,
de individualismo, e que procura, na verdade, se inserir dentro do grande mar
de todas as perdas outras de individualidade.
A Casa Doze é o tudo e o nada e o todo conjugados dentro de uma mesma
noção de nada. Por tudo isso, a
racionalidade mercuriana não faz qualquer sentido dentro da Casa Doze se ela
apenas falar por si mesma - questão que dificilmente aconteceria pelo fato de
que Mercúrio se encontra em signo do Encontro com seu Outro, Libra, e por esta
razão, já estaria aglutinando o uso da mente pessoal do seu Outro junto ao seu
uso pessoal de mente, formando um grande conjunto de mente social... que em
Casa Doze toma o tom de mente universal e cósmica.... existe mais entre o céu e a terra que nossa
vã mente pode sequer supor...., diria um Mercúrio libriano de Casa Doze, todos
bem amadurecidos pelo Caminhante.
Mais acima, eu
disse: entre as Casas Doze e Um existe o lugar onde a cobra morde a cauda, onde
mora o Ourobouros, a figura da eterna mutação, do eterno retorno.
Nesse sentido,
dentro da real conclusão para dar lugar ao real novo começo, é bem possível que
o signo de Libra esteja mais bem adentrado na Casa Doze - pelo fato de desse
signo trazer consigo mesmo o tom da Qualidade de Cardinalidade, de harmonização
junto ao Outro, ao desejo do Outro. Pode
existir, portanto, uma harmonização entre o signo de Libra e a Casa Doze, sim,
desde que o signo de Libra possa aprender a estar só, ou seja, realmente buscar
e alcançar sua oposição e complementariedade dentro do signo da singularidade,
da unicidade, Áries (que se encontra já pressuposto dentro da gestação dos
novos começos que a Casa Doze revela).
De alguma
forma, sempre encontraremos o tom da perda, na Casa Doze: é a perda da
significação enquanto matéria e a necessidade de busca de transcendência dessa
mesma matéria. E em Libra esse tom de
perda não é algo fácil de ser admitido, eu diria, porquanto Libra é um signo de
adjunção, de adição, de um mais um é igual a dois, do Ser individualizado se
Encontrar com seu Outro também individualizado.
Por tudo isso,
eu diria que Libra em Casa Doze precisa buscar um verdadeiro amadurecimento do
seu Eu Sou junto ao seu Nós Somos de forma que tudo isso possa vir a ser
transformado em O Cosmos É, O Universal É, o Pluriverso É, A Roda da Vida É, o
Ourobouros É.
A Casa Doze é
lugar de transcendência e traz o tom do Elemento Água que bem pode fusionar sua
imensíssima e oceânica e cósmica sensibilidade psíquica com o Elemento Ar
Libriano, tão pleno de possibilidades plurais de uso de mente sempre buscando a
boa harmonização com seu Outro e a beleza de tudo e em tudo. Esta força de harmonização e de beleza que existe
dentro do signo de Libra faz com que sua ação Yang possa vir a ser bem aceita
pela ação Yin da Casa Doze: a receptividade e a criatividade podem bem
funcionar dentro da elevação e da transcendência dentro do mundo das idéias e
do pensamento, das imagens do inconsciente, da arte e do espírito e da natural
religiosidade e espiritualidade que reside em todos os seres.
E tudo isso
pode assumir um tom ainda mais aprofundado e pleno de simbiose, eu diria, a
partir do momento em que existe o retorno do signo de Escorpião, ainda juntando
os restos de conclusões e de gestações dos novos começos da Casa Doze e
fazendo-os se unirem em uma única célula embrionária, tecendo um novo ser para
o mundo, uma nova vida, um novo Dharma - a partir do Ascendente dentro do signo
de Escorpião, tema do começo de nossa conversa desse suposto exemplo que
venho comentando com o Amigo das Estrelas.
Suposto exemplo?
Não!
Veja o Risco
do Bordado do Caminhante
Filósofo/Psicanalista/Professor
Universitário/Amante de Artes Cênicas
(Cinéfilo de
boa cepa)
(com sua devida
permissão)

Com um abraço estrelado,
Janine Milward

